Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

Espaço Aduaneiro

Este é um local de encontro.
 
Um lugar a onde aduaneiros discutem a actividade produtiva nacional, o comércio e os transportes, intervenção e regulamentações, das mercadorias e serviços ao património do reino natural ao cultural, cobranças arrecadadas para o Estado/Orçamento do Estado e outras actividades conexas da organização aduaneira e da sua gestão.
 
Ora, esse carácter não redutor que a Alfândega é, e que historicamente lhe pertence como traço distintivo, convida para a sua abordagem diversas disciplinas do saber.
 
Aqui, na realidade aduaneira, sincretismo não é necessariamente igual a coisa-nenhuma.
 
De resto, a par de muitas outras áreas, é antes análise. Análise no global e, nisso e independentemente de integrações ou tarefas particulares, o carácter estratégico e fundacional de um qualquer espaço como Estado que as Alfândegas representam e são.
 
Nesta abordagem, então, não sendo a questão aduaneira uma coisa do particular (ou Orçamento de Estado, ou Imposto A, ou Actividade X, ou resultado D, ou …), e tendo um espaço e integrando, aí, reside (pode residir) o seu carácter de ciência.
 
E é ciência não pelo uso de uma ou outra ferramenta. Antes, é ciência porque tem um método: verificação.
 
Por aqui, também, descobrindo-se a complexidade, descobre-se ainda a especialidade que as Alfândegas (uma das organizações do mundo da questão aduaneira) são.
 
Por tudo, também aqui neste espaço que se pretende global e interdisciplinar, tem-se por básico que compreender a história aduaneira –não somente um qualquer circunstancialismo ou alguma preferência pessoal- será um dos meios de preservar o futuro do seu papel na sociedade moderna de relações e troca ou de Estados cooperantes e integrados.
 
Neste espaço aberto dos assuntos aduaneiros, desde já, todos estão convidados a entrar e a conviver.
 
Uma análise ou uma história (de sucesso ou de insucesso, de ficção ou não) podem ajudar a [re]desvendar muito da riqueza e complexidade aduaneira que, certa e seguramente, se estende muito para lá das simples liquidações (automáticas) e cobranças (pagamento por multibanco ou internet) ou dos meros efeitos sonoros ou conjecturas imediatas da “fiscalização e controlo”.
 
A tradicional (tradicional; como necessidade, e daí uma vanguarda, e não um fatalismo como na linguagem fiscal keynesiana) cadeia de valor da produção aduaneira sobrepõe-se-lhes. Apesar de algumas vicissitudes do tempo, tem-se sobreposto a um qualquer particular!.
1 comentário:
De Anónimo a 27 de Maio de 2006 às 01:06
Pergunto: ..., VERIFICAÇÃO. Isso, afinal, não é o que alguns organismos públicos pretendem para eles próprios que façam como função e, a partir daí, respectiva justificação de existência?


Comentar post


.

.pesquisar

 

.Janeiro 2007

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12
13

14
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


.Entrada

. Organização-Actividade(s)...

. Cadeia de Valor II

. Cadeia de Valor, Alfândeg...

. Fronteira e Desenvolvimen...

. Espaço Aduaneiro

.Arquivo

. Janeiro 2007

. Maio 2006

. Abril 2006

.Etiquetas

. todas as tags

.Ligações

.participar

. participe neste blog

.Visitante