Terça-feira, 2 de Maio de 2006

Cadeia de Valor II

A tecnologia parece que ainda não tem solução para tudo. Pelo que é ainda uma miragem a ideia peregrina de uma “fábrica [somente com máquinas lá dentro] e um cão [para guardar aquelas máquinas]”.
 
A tecnologia. E a democracia, certa e sabiamente, impõe limites. Não há somente uma ética da vida física. Há, entre outras, uma ética da vivência e do trabalho, como a da informação (bastará, para tal, uma comissão de protecção de dados administrativa?!).
Isso, por um lado. Por outro, o número é importante, muito importante mesmo. Mas, a rudimentar e simplória fórmula da produtividade do trabalho está longe de representar a realidade (em particular, quando ela é “negativo”), porquanto há (a necessidade prévia de explorar) muitas outras fórmulas de produtividade mais válidas, com ganhos para todos, que essa outra contabilística/economicista excludente e “maximizante” de soma nula.
A tecnologia parece já ter facilitado o contacto e a tesouraria/contabilidades; mas não substituiu ainda nem a aceitação nem a parte técnica (a verificação nas suas diferentes modalidades) da cadeia de valor da DGAIEC.
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